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domingo, 10 de setembro de 2017

sábado, 7 de dezembro de 2013

Desenhos – Caneta esferográfica e hidrográfica sobre cartão


“Estaleiros” – Caneta esferográfica sobre cartão – Ano de 2013



“Estaleiros” – Caneta hidrográfica sobre cartão – Ano de 2013



 “Estaleiros” – Detalhes

“... os sketches são o fundamento número 1 das obras de arte visual. No final da década de 1980 eu pintei uma série de quadros para expor na Galeria Petrobras. Foram 15 obras no formato de 1,2m x 1m. Antes de iniciar a pintura preparei sketches – centenas deles, algo em torno de 1000...”

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Aquarela – Uma aguada entre o realismo e a abstração



  “Marinha” – Aquarela e hidrográfica aquarelável sobre papel montval – 16x22 – Ano de 2012

“...o trabalho começou como um desenho gráfico, linhas traçadas com a ponta fina da hidrográfica aquarelável. Ficou bonito, quase falta coragem para passar o pincel molhado, mas arte não vive sem coragem, e lá foi água – um pincel macio, úmido, tocando as linhas. De repente uma água a mais – shhhhh – e surge uma nuvem, um reflexo. Ficou bonito. Ai vem a ideia de consertar, dominar aquela forma espontânea. Ideia rejeitada, fica o bonito em detrimento do ‘certo’...”

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dicas - Novas aquarelas - Interior

"interior" - técnica mista ( aquarela, nanquim, guache e hidrográfica ) sobre papel Montval - 16x22 - ano de 2012
"...as técnicas mistas são extremamente estimulantes e surpreendentes. A superposição dos materiais revelam efeitos plásticamente muito ricos. Os experimentos são ilimitados - eu usei, em alguns pontos, tinta de aquarela espremida diretamente do tubo, sem acréscimo de água, como se fosse óleo, sem nenhuma transparência. Noutros pontos ela foi utilizada de forma convencional. A busca pelos resultados artísticos não respeita regras!
É importante frisar que não respeitar é uma coisa diferente de não conhecer ou não aproveitar as técnicas tradicionais. Estou me referindo a ampliação dos horizontes técnicos e artísticos. Estou pensando em enriquecimento e não em negação de valores, iconoclastia. Houve um tempo em que destruir era tudo que alguns 'artistas' faziam. Acabaram por se destruir! Viva a arte!
Hoje em dia pinta-se por prazer. Os admiradores acrescentam significados enriquecedores com as suas críticas, pontos de vista diversificados capazes de transformar uma despretensiosa manifestação artística em obra prima de fama internacional. O público é quem decide..."

domingo, 16 de janeiro de 2011

Dicas - esboços e desenhos feitos a lápis - bastão de grafite integral - giz pastel seco - fusain - caneta hidrográfica e caneta esferográfica

1 - Desenho do natural - "O cavalete francês montado no atelier" - Lápis 6B sobre papel canson
2 - Releitura de Mariano Fortuny - Lápis 2B sobre papel canson
3 - Releitura de Toulouse Lautrec - Lápis 2B e caneta hidrográfica sobre papel canson
4 - Desenho do natural - "Natureza morta" - Bastão de grafite integral sobre papel canson
5 - Releitura de Rembrandt - Lápis 6B sobre papel canson
6 - Releitura de Gainsborough - Caneta esferográfica sobre papel canson
7 - Releitura de Delacroix - Lápis 9B
8 - Desenho do natural - "Estaleiros na ilha da Conceição" - Caneta esferográfica sobre papel canson
9 - "Composição com barcos" - Giz pastel seco e fusain sobre papel canson

10 - Releitura de Rembrandt - Lápis 6B
11 - Releitura de Toulouse Lautrec - Lápis 6B sobre papel canson
12 - Desenho do natural - "Detalhe de fachada" - Lápis 6B sobre papel canson

"... o desenho do natural deve ser feito a uma distancia duas vezes maior do que a altura ou largura do modelo... a releitura feita a partir de reproduções gráficas fica mais interessante quando realizada com materiais diferentes do utilizado no original... os trabalhos em que se utiliza técnica mista devem ser principiados pelos materiais que permitam correção e pelas cores mais claras... o uso do grafite integral difere do grafite em lápis porque, com o primeiro, pode-se fazer linhas de várias espessuras ou tarjas utilizando-se a lateral do bastão... o uso de lápis 2B, 6B, 9B é igual ao uso de todos os outros tipos de grafite, a diferença que existe é que, a medida que subimos o número, aumentam a maciez e a intensidade do preto do grafite... usamos a caneta esferográfica como se fosse um bico de pena conseguindo linhas finas tombando a caneta, linhas mais grossas passando a caneta devagar e na vertical... o giz pastel seco e o fusain se fundem muito bem e podem ser aplicados com hachuras ou esbatidos..."
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sábado, 11 de dezembro de 2010

DICAS - COMO USAR CANETA HIDROGRÁFICA SOBRE PAPEL


Original de Picasso - “La espera (Margot). Oleo sobre cartón. París, 1901. (69,5 x 57 cm). M.P.B.”
Releitura: hidrográfica sobre papel canson branco 140g/m2 – 29,7 x 21 - Ano de 2010
“... A técnica de hidrográfica (hidrocor) sobre papel é semelhante a do lápis de cor: hachuras cruzadas, para mistura de cores intensas, criando tons quebrados através de tramas que geram fusão ótica. A principal característica da caneta hidrográfica é a cor saturada, intensa, e se fazemos a opção pelo seu uso estaremos fazendo opção por cores vibrantes. Para obras que solicitam tons pastéis, suaves, devemos usar lápis de cor...”
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