domingo, 12 de abril de 2015

Foto de família

Família Costa, faltam 2 filhos e 4 netos para ficar completa – Parte da minha história

Exposição “Cor e liberdade” Museu do Ingá

Exposição “Cor e liberdade” Museu do Ingá, Niterói. Abril de 2015


Instantâneos do Vernissage – A família. 


Eu, Loyde Machado,  Ana Paula Fernandes Costa, André Costa, Luisa Costa Madureira

Marcelo, Denise Vianna, Loyde Machado e eu

Eu e Luzia Veloso

Eu e Zuleide 

Visitas no sábado 
Joana Costa Stutzel e Luisa Costa Madureira

Exposição “Cor e liberdade” Museu do Ingá

Exposição “Cor e liberdade” Museu do Ingá, Niterói. Abril de 2015

Projeto da montagem da exposição  
Equipe:
Antonio Machado 
Loyde Machado 
Matheus Stutzel 
Paulo Roberto Cecchetti 







Crônica



Crônica escrita em 2007. Mostro aqui uma parte. 
O texto completo estará disponível no livro "Crônicas Ilustradas de Antonio Machado", faço aqui um convite ao Paulo Roberto Cecchetti para cuidar da parte editorial da obra, lançamento ainda sem prazo. Em breve nas livrarias. 


O sanhaço do quintal 

"Manhã de junho, naquele dia nem tão fria. A grama (um capinzinho fino nativo) está cravejada de brilhantes gotinhas de orvalho, faiscando sob o sol nascente. 

 Há um arbusto de flores amarelas, já citado noutra página, está florido, flores amarelo essencial contra o qual se destaca, de repente, um pássaro azul, um lindo passarinho cinza azulado camurçado que parece mais azul ainda pelo choque com o amarelo, complemento cromático, contraste de matizes, pula de galho e parte como uma flecha, um foguete, um raio azul. 

Hoje vi um sabiá, belo, altivo, laranja, sabiá laranjeira, vestia ocres e castanhos alaranjados é um rei no seu território, esbanja realeza.

 ―Vi um bem-te-vi, rivaliza com o sabiá em beleza e porte, é o tal! O tal rei do quintal. 

Como pode haver dois reis num só local? 

Pequenos territórios, reinos fronteiriços, mapa da natureza, divisão territorial dos países passarinhais do continente quintal..." 


Antonio Machado 
Itaipuaçu 19/6/2007


Arte gráfica: Matheus Stutzel 

Copy desk: Loyde Machado

domingo, 29 de março de 2015

Convite para exposição

Prezados amigos,
Terei muito prazer em recebe-los na minha 106ª exposição que se chama “Cor e Liberdade”.
O vernissage será no dia 09/04/2015(quinta-feira) das 19h às 22h no Museu do Ingá, Rua Presidente Pedreira, 78 – Ingá – Niterói, também estarei no local da exposição recebendo os amigos nos sábados 11/04 e 25/4 das 14:30 às 17h.
Um abraço,

Antonio Machado

domingo, 1 de março de 2015

Pintura em óleo sobre linho


“Canal da ilha” – 16x28 – Óleo sobre linho – Ano de 2015

“... o exercício da conjugação forma/cor continua sendo o objetivo principal do meu trabalho. O realismo – alusão à natureza – é um recurso que se impõe e eu aceito...”

domingo, 8 de fevereiro de 2015

“Marinha azul intenso”

“Marinha azul intenso” – 33x41 – Óleo sobre tela – Ano de 2015

“...essa obra foi pintada com muito vigor. As cores intensas tem caracterizado essa fase. Meu tio Alfredo, que é pintor, se referiu à cores saudáveis...”

Documentário – Um processo de pintura a óleo


Filmagem de um processo de pintura a óleo. Parte de um documentário anexo ao livro “Terapia Expressiva - A Arte do Afeto Colorindo um Hospital” de Denise Vianna, no qual tenho a honra de assinar um capitulo.   

A filmagem foi produzida no meu atelier em Itaipuaçu pelos cineastas Daniel Leão e Chloé Lep. As fotos foram feitas por Matheus Stutzel no dia 01/02/2015. 

Óleo sobre tela – Recortes da obra


Quadro novo em fase de secagem – Detalhes 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Barcos – Óleo sobre tela

“Barcos” – 50 x 40 – Óleo sobre tela – Ano de 2015 – Coleção particular Daniel Leão

“...essa obra foi produzida durante a filmagem de um documentário e dele faz parte. O desenvolvimento da obra e o resultado final – enquanto documentário – será postado oportunamente...”

domingo, 18 de janeiro de 2015

Estaleiro - Marinha em óleo espatulado sobre tela

“Barcos” – 46x55 – Óleo sobre tela – Ano de 2015

“... Essa nova fase tem se caracterizado por uma busca da cor e de uma composição construtiva – necessidade de solidez...”

domingo, 4 de janeiro de 2015

Estaleiro vermelho - Óleo sobre tela

“Estaleiro vermelho” – 30x40 – Óleo sobre tela – Ano de 2015 

“...Cheiro de tinta fresca no atelier. Um detalhe deste trabalho já havia sido postado, mas a obra como um todo só agora foi concluída - após os retoques feitos em muitas seções de trabalho alternadas com períodos de reflexão. Tem sido assim...”

Pintura com espátula em óleo sobre tela

“Marinha” – 27x35 – Óleo sobre tela – Ano de 2014 – Coleção de Paulo Roberto Cecchetti

“...O atelier está cheirando a tinta fresca. Deixei de produzir por algum tempo. Na verdade mentalmente nunca parei. Eu precisava amadurecer as ideias e concluir outros projetos para ter condições de pintar...”

Abstração em óleo sobre tela

“Abstração 01012015” – 38x46 – Óleo sobre tela – Ano de 2015

“...Cheiro de tinta fresca no atelier. Venho trabalhando há meses nessa tela - pinto um pouco e observo, deixo secar, observo, retoco, observo. Ontem a pintura me avisou que estava pronta...”

sábado, 3 de janeiro de 2015

Palestra na UFF - IV Encontro Nacional de Terapia Expressiva: Em Busca do Graal - 12/12/2014

Programa Terapia Expressiva como veículo de Cuidado Integral no Hospital Universitário Antônio Pedro apresenta...



IV Encontro Nacional de Terapia Expressiva

Em busca do Graal
Um caminho para o Si mesmo
12 de dezembro – 8 às 19 horas
ICHF - Campus Universitário do Gragoatá - UFF, Niterói

PROGRAMAÇÃO

MANHÃ – 9h - 12h
9h – ICHF. Bloco O - térreo
Inscrições
Exposição de Fotografia: Imagens do Afeto.
Curadoria de Ingrid Lemos.

9h – 12h ICHF. Bloco O - auditório

• Vídeo: "2013 Odisseia no HUAP: III Encontro Nacional de Terapia Expressiva”
Eunice Vasques

• Palestra: Em Busca do Símbolo do Graal

Vanessa Maia Rangel
Médica, Doutorado em Saúde Coletiva. Pesquisadora do TECI-HUAP. Em busca dos significado da saúde na Saúde.

Antônio Machado
Artista plástico e pesquisador colaborador do TECI-HUAP
Os Graais: Significados, Mitologia e Literatura.

Denise Vianna
Médica, mestrado em Saúde Coletiva, artista plástica. Autora e supervisora do TECI-HUAP.
O simbolismo nas histórias sobre o Santo Graal

TARDE - 13h - 17:30h
ICHF. Bloco O - auditório. Inscrições no local.
• A busca das virtudes para reconhecer o Graal : Teatro e Oficinas integradas.
À partir das 13h distribuição de senhas. Vagas limitadas.
14h: Teatro e oficinas integradas

• Confraternização

Informações:
terapiaexpressivauff.blogspot.com.br

terapiaexpressiva@hotmail.com

domingo, 17 de agosto de 2014

“Barcos no seco” – Série de estaleiros em óleo sobre tela – Obra em andamento


“Barcos no seco” – óleo sobre tela – 30 x 40– Ano de 2014 

“... a produção de quadros foi praticamente interrompida por uns meses. A retomada sempre traz novidades cromáticas, isso é muito saudável pois afasta o risco da redundância na combinação das cores...”

Flores de inverno – A história do atelier


Jardim do atelier – Ano de 2014

domingo, 6 de julho de 2014

As flores de Denise


“As flores de Denise” – 46x38 – Óleo sobre tela e arte digital – Ano de 2014

Barroco digital – século XVII


“Barroco digital – século XVII” – 29,7 x 42 – Técnica mista sobre papel Canson retocada nos programas Picasa e Photoshop – Ano de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

O aniversário de Denise


“... encontro no ‘Gracioso Café’ para comemorar o aniversário de Denise Vianna. A anfitriã cantou e dançou tango. Médica competente e artista dedicada: canta, dança, pinta, etc. Na foto, da esquerda para a direita, Loyde – a musa do atelier, eu, Denise, André e Ana Paula – filho e nora...”  

domingo, 15 de junho de 2014

“Cachoeira” – Óleo sobre tela (obra em andamento)


“Cachoeira” – 33 x 24 – Óleo sobre tela – Ano de 2014 – Obra em andamento

“...há tempos não fazíamos uma postagem. A produção artística tem dessas coisas. Ou fazemos algo verdadeiro e inspirado, ou não fazemos nada...”

Pintura: Antonio Machado 
Fotografia e arte gráfica: Matheus Stutzel 
Copy desk: Ana Paula Fernandes Costa

domingo, 4 de maio de 2014

As flores de Denise


“As flores de Denise” – 46x38 – Óleo sobre tela – Ano de 2014

“... Denise veio nos visitar. Trouxe flores para Loyde. Quando nos entregou o buquê ela disse: ‘Machado, agora você tem um tema para pintar.’ A obra está em andamento...”

domingo, 30 de março de 2014

Estaleiro – Óleo sobre tela e arte digital


“Estaleiro” – 40x40 – Óleo sobre tela – Ano de 2014

“... O trabalho foi concluído. Numa postagem anterior, a ‘mancha’ (esboço pintado em óleo) foi fotografada e utilizada como base para uma pintura digital. Nessa versão foram estabelecidas cores e texturas. Ao retomar o trabalho com tinta sobre a ‘mancha’, já se tinha uma proposta desenvolvida virtualmente. Mas essa era uma outra versão e a tinta a óleo tem uma intensidade e textura únicas.  O manuseio das massas de cor com espátulas – técnica adotada – exige vigor físico e síntese artística para resolver o quadro. O resultado está sendo apresentado em três versões: a primeira (maior) fotografada sob luz quente, a segunda (menor) fotografada sob luz natural e a última, uma versão sintetizada a partir da segunda, retocada virtualmente no programa Picasa 3.9 ...”





domingo, 23 de março de 2014

Releitura - Portinari e o modernismo brasileiro

Toda obra realizada a partir de outra – seja com a mesma técnica ou não – pode ser considerada uma releitura.
As cópias de estudo ou falsificações não podem ser consideradas releituras pois tentam imitar o original.
Quando as cópias são feitas com materiais diferentes do utilizado na obra original, a diversidade da natureza dos mesmos impõem versões modificadas. Essas diferenças caracterizarão uma releitura.
A palavra releitura atinge a plenitude do seu significado quando associada a cópias feitas com materiais diferentes dos utilizados nos originais e principalmente quando estes sofrem intervenções nas suas cores e formas.
Para outras dicas clique aqui
Foto:"Releitura – Modernismo brasileiro – Cândido Portinari" – 16x22 aquarela e aguada de nanquim sobre papel Montval - Ano de 2010

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Estaleiro – Óleo sobre tela e arte digital


“Estaleiro” – 40x40 – Óleo sobre tela – Ano de 2014

À esquerda, “mancha” do quadro em óleo sobre tela.
À direita, estudo de cores desenvolvido no Photoshop CS6.


“... a ‘mancha’ (primeira fase da pintura) já secou e está aguardando as outras etapas da realização do quadro. Ao contrário do habitual, resolvi amadurecer o desfecho da obra através de estudos prévios. Isso não é novidade nenhuma. Os antigos mestres procediam dessa forma. Mesmo Van Gogh que conferia aos seus trabalhos uma enorme expressividade – obtida por pinceladas de cor intensa e textura empastada – também estudava minuciosamente o que seria depois realizado com grande vigor e rapidez. O prazer de desenvolver o trabalho desse modo é muito maior e certamente o resultado tenderá a ser melhor...”

domingo, 26 de janeiro de 2014

“Estaleiro” – Óleo sobre tela


“Estaleiro” – 40x40 – Óleo sobre tela – Ano de 2014

“... O primeiro quadro pintado em 2014 tem as cores do verão, por sinal, muito quente. O céu azul, o mar tranquilo e esverdeado contrastam com as cores quentes das nuvens, da areia, do barro, da terra iluminada por um sol abrasador. Estou retomando as postagens de quadros inéditos. O blog foi remodelado de modo a privilegiar a visualização das obras..."

Pintura: Antonio Machado 
Fotografia e arte gráfica: Matheus Stutzel 
Copy desk: Loyde S. D. Machado 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Acrílico sobre tela


Acrílico sobre tela - 130x80 - Ano de 2010
"...A partir de uma estrutura cubista surgiram navios, navios e reflexos..."

Marinhas em óleo sobre tela


"...a última marinha pintada em 2010 - ainda em fase de secagem - foi postada mostrando um detalhe: o quarto superior direito.
A postagem de hoje mostra a obra completa. Há um fato muito interessante a ser ressaltado: as cores estão mais contrastadas, os escuros se "aprofundaram" - isso é resultado do processo de secagem que desembaça as cores..."
"Barcos na Ponta D'areia "-  óleo sobre tela - 24x33 - ano de 2010.
Para mais informações clique no marcador Dicas










Favoritas do atelier - “Navios no desmonte”

“Navios no desmonte” – 19x23,5 – Óleo sobre linho colado em cartão – ano de 2011

“...na zona dos estaleiros ficam os ‘desmontes’, onde embarcações desativadas são transformadas em sucata. Os barcos têm alma, têm histórias de bravura, de coragem. A aposentadoria, abandono ou morte de um barco traz nostalgia, tristeza. As cores opacas, as madeiras rachadas, as chapas enferrujadas têm uma beleza plástica. Abstrações inesgotáveis...”



Barcos de pesca no estaleiro


Óleo sobre tela - 20x30 - ano de 2011


"...a tempestade emocional passou, a calma voltou para a pintura - espelho da alma..."

sábado, 18 de janeiro de 2014

Dicas – A pintura do natural feita de memória


“Canal da ilha da Conceição” – óleo sobre linho colado em cartão – 19x24 – Ano de 2011

“...semana passada, passando pela ponte Rio-Niterói, logo na saída, olhei à direita onde se vê um complexo industrial off-shore, pequenos estaleiros e todo tipo de embarcações. Em meio àquela poluição visual destacava-se uma traineira amarelo-alaranjado emoldurada por outras com cores verde, azul, branco, etc.  Aquela imagem não me saiu da cabeça e hoje eu a pintei de memória, retratando a impressão mais forte que ainda se mantinha viva. O resto é arte, improviso, abstração...”  
Para mais informações clique no marcador Dicas 


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

“Estaleiro do Bruno” – Acrílico e óleo sobre linho



“Estaleiro do Bruno” – 16x28 – acrílico e óleo sobre linho  – ano 2011




“... o título do quadro – Estaleiro do Bruno – é uma alusão ao sítio histórico que se encontra modernizado e incorporado ao pólo off-shore petrolífero da cidade de Niterói, Rio de Janeiro. No antigo estaleiro do Bruno faziam-se reparos e construção de pequenas embarcações – em geral, de lazer e pesqueiras. Lá, nos finais de semana, um grupo de pintores se reunia sob a liderança do mestre Aluizio Valle. Frequentei algumas dessas sessões de pintura no ‘Bruno’.
A pintura do natural é muito importante na formação de um artista, ela dá parâmetros para a luz e harmonia da cor, provoca ‘cortes’ inusitados e nos surpreende com jogos de linhas inimaginados até então. Mas, apesar da importância da observação do fenômeno natural, por mais que tentemos reproduzi-lo, entre o observado e o pintado há um lapso de tempo, e o que se pinta acaba por vir da memória. O simples pintar o que se viu já implica em interpretação, pois o ângulo escolhido está de acordo com um arquétipo pré existente, trazido de casa na mente do pintor. A partir dessas constatações passei a adotar sessões de observação onde, no máximo, eu esboçava alguns esquemas de composição, o resto levava de memória para o atelier. A maior parte se perdia no caminho e sobrava o mais marcante, as impressões inesquecíveis. A partir daí usei o meu banco de memória com milhares de horas de observação para pintar de ‘imaginação’. A evolução natural desse processo me trouxe para a fronteira do real com o imaginário – onde realismo e abstração se permeiam...”   

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Marinha - Barcos pintados a óleo com espátula

"Barcos no porto" - Óleo sobre tela 40x50 - Ano 2010
"... A pintura a óleo  com espátula tem um vigor e plasticidade incomparáveis: mais textura, mais luz e mais cor..." 










sábado, 4 de janeiro de 2014

Barcos à noite em óleo sobre tela

"Barcos à noite" - Óleo sobre tela - 24x30 - ano de 2013

"...mais uma vez consegui pintar a partir da superação. A Loyde me perguntou: porque você não vai para o atelier pintar? Respondi de pronto: não estou com vontade, falta inspiração! Ela respondeu: não é você mesmo quem diz que a inspiração prefere aparecer quando estamos  trabalhando? Portanto vá pintar! Não discuti, nem poderia, não é? Entrei no atelier, coloquei tinta na paleta, espremi um tubo de vermelho cádmio, outro de laranja diretamente sobre a tela, peguei uma espátula espalhei a cor, espremi outro tubo - agora era preto - e assim sucessivamente e sem saber aonde chegaria. O quadro foi sinalizando, a pintura foi me guiando - isto era a inspiração que chegava e dominava!
O quadro ficou pronto. Chamei a Loyde para ver. Nos entreolhamos, e concordamos: a inspiração veio e agora pode ir. Fomos jantar e ver um filme ou ouvir música, não me lembro bem. Tudo passou, mas o quadro ficou - testemunha do momento de entrega e trabalho. No atelier é assim: trabalha-se com ou sem vontade e no final..."


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