domingo, 19 de maio de 2013

“Natureza morta com elementos cubistas” – Óleo sobre tela



“Natureza morta com elementos cubistas” – 24x30 – Óleo sobre tela – Ano de 2013
“... a pintura enquanto arte precisa da criatividade. A técnica e a cultura artística são elementos importantes na realização de uma obra. O processo criativo - paralelo à crítica - se vale das informações contidas na memória para transformar impulsos emocionais em imagens, ou seja, precisa do uso da linguagem. O cubismo supracitado foi um importante movimento artístico do início do século XX onde despontaram Picasso, Braque, Léger e outros artistas da escola de Paris. No Brasil tivemos Portinari, Milton Dacosta, Maria Leontina, Hélio Oiticica, Burle Marx e a portuguesa Vieira da Silva, dentre outros. Os movimentos se esgotam mas seu legado é eterno e pode e deve servir de inspiração para iniciativas posteriores. Se não fossem os realistas não haveriam os impressionistas nem os fauvistas e depois os cubistas, expressionistas, etc...”

domingo, 12 de maio de 2013

A história do atelier – Maio de 2013



Foto no centro: Loyde – a musa do atelier – em Itacoatiara. Na mesma praia André, meu filho, estava surfando (foto ao lado). Esse point fica a 15 minutos do atelier.
Foto no canto inferior direito: Folha de amendoeira (versão em verde) – técnica mista (aquarela, acrílico, guache, grafite, corante, verniz acrílico fosco) sobre papel canson aquarelável – 42x29,7 – ano de 2013.
Série Viagens pela Guanabara – Instantâneos capturados pelo celular: Arranha-céus na Avenida Rio Branco / Travessa dos poetas / Prefeitura velha de Niterói / Clube Naval na Avenida Rio Branco / Monumento na Praça XV / Travessa com floricultura ao lado da Igreja de São José

domingo, 5 de maio de 2013

“Folha de amendoeira” – técnica mista sobre papel


“Folha de amendoeira” – técnica mista (aquarela, guache, grafite, corante, verniz acrílico fosco) sobre papel canson aquarelável – 42x29,7 – ano de 2013
“... o tio Alfredo me telefonou: alô Tuninho, vê se você gosta deste poema que eu fiz para Rosa (ela havia guardado uma folha de Amendoeira  para mostrar ao tio Alfredo que, sensibilizado, fez o poema que segue):



FOLHA SECA – 02/05/2013

Uma folha seca de amendoeira...
Mas notar-se o desvelo do tempo em bordá-la
E logo notá-la como obra prima.
E mais, pela estima em guardá-la
Com toda ternura.
Por ti criatura, ganhar tal lembrança
Traduz se em pureza criança o gesto, em verdade.
Não ter veleidade para em que mirar-se
É não ter disfarces posturais, quais sejam.
Em ti minha amada vicejam valores,
Valores concretos a ponto de mostrar contida
Numa Folha Seca belezas da vida.

Após o telefonema surgiu o desejo de pintar uma folha de amendoeira...”

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